Eu Li: Até Você Chegar

quinta-feira, dezembro 22, 2011

"Professora de uma escola para damas da alta sociedade, Sheridan Bromleigh é contratada para acompanhar uma das estudantes, Charise Lancaster, até a Inglaterra, onde encontrará seu noivo. Quando a jovem sob sua responsabilidade foge com um estranho, Sheridan questiona-se como explicará isso ao pretendente, Lorde Burleton.Stephen Westmoreland, o Conde de Langford, presume que a jovem vindo em sua direção é Charise Lancaster, e a informa sobre sua participação no acidente fatal envolvendo Lorde Burleton na noite anterior. No momento em que iria explicar o mal-entendido, Sheridan também sofre um acidente e fica inconsciente. Ela acorda na mansão de Westmoreland, sem lembrar quem é. A única pista sobre seu passado é o estranho fato de todos a chamarem de miss Lancaster. Tudo o que ela realmente sabe é que está apaixonada por um belo conde inglês, e que sua vida está repleta de maravilhosas possibilidades..."
 Essa minha compulsão pelos livros da Judith tá saindo do controle. É um atrás do outro...

"Até Você Chegar" é o 3° livro da "Trilogia Westmoreland" e traz a história do irmão de Clayton, Stephen, que já tivemos o prazer de conhecer em "Whitney, Meu Amor!"

Se formos pensar em como Sheridan e Stephen se conhecem, a primeira impressão é: isso não vai dar certo. Nunca pensei que algo tão improvável pudesse dar certo. Pois espia só...

Sheridan é a acompanhante da jovem Charister, que está noiva de um nobre inglês, mas durante a viagem dos Estados Unidos à Inglaterra a maluca decide assim do nada que está apaixonada por outro homem e foge... (música de filme de suspense) FOGE!, deixando a coitada da Sheridan com a responsabilidade de explicar ao noivo a fuga da moça.
Stephen por sua vez atropela o noivo da moça e ele falece. Cheio de culpa, Stephen vai ao encontro da noiva para explicar a morte do nobre, mas antes que consiga se explicar, Sheridan sofre uma pancada na cabeça e perde a consciência. Crente de que Sheridan é a tal noiva, Stephen toma o lugar do noivo. Agora me diz: isso vai dar certo?

Juro que pensei que não. Mas aí eu lembro que estou falando da Judith né, então ela vai fazer dar certo e da forma mais bela possível.

E amei! Com certeza é meu livro preferido depois de "Whitney, Meu Amor!". É lindo ver Stephen se culpando por estar apaixonado pela noiva de outro homem, que está morte e por sua causa. E isso chega num auge tão grande que ele e sua família tentam lançar Sheridan na sociedade em Londres, e estas cenas me arrancaram muitas risadas pois vê-lo enciumada numa situação que ele mesmo procurou é hilário. E outros muito mais divertidos por consequência de um médico muito do espertinho que quer ver Stephen apaixonada por ela.

Teve momentos que morri de pena dela mas outros que suspirava pela intensa paixão que sentia por ele.

"- Uma vez que o ruge e as reverências estão descartadas, o que lhe interessa? - lhe pergunta Stephen.
 Você, pensou Sherry. Estou interessada em saber por que você está sem jeito neste momento. Estou interessada em saber por que há momentos em que me olha e sorri como se só eu tivesse importância para você. Estou interessada em saber por que há momentos em que sinto que não quer me ver, mesmo quando estou na sua frente. Estou interessada em tudo o que se refere a você porque quero muito significar algo em sua vida. Estou interessada em história. Sua história. Minha história."

Uma das partes que mais gostei e que quase gritei igual louca, foi quando Whitney e Clayton Westmoreland apareceram na história. Nem preciso falar muita coisa né, são meu casal favorito.

Quando a Sheridan se encontra é FANTÁSTICO!! Tudo muda, tudo gira, fica mais divertido, mais dramático e não dá pra largar...

Eu Li: Um Amor Maravilhoso

sábado, dezembro 17, 2011

"O casamento tempestuoso de Alexandra Lawrence, uma menina inocente do campo e Jordan Townsende, o duque rico e poderoso de Hawthorne, está prestes a enfrentar o seu derradeiro teste de fidelidade. Arrastada para o mundo infinitamente fascinante da sociedade londrina , Alexandra de espírito livre, é envolvida numa teia de ciúme e vingança, orgulho tempestuoso e paixão esmagadora. Mas por trás da máscara de seu marido, o frio e arrogante, vive um homem terno e sensual... O homeme que Alexandra casou-se. Agora, ela vai lutar por sua própria vida, e um vínculo arrebatador que só eles podem compartilhar."

Esse é o segundo livro da "Trilogia Sequels", e não estou chegando a conclusão que nunca vou enjoar dos livros da McNaught. Fico impressionada em como ela traz inovações e nunca é repetitiva.

Alexandra Lawrence é a nossa mocinha, e não me decepcionou com seu espírito dócil , alegria e também com um tanto brava (característica que passei a apreciar nos livros dela rsrs). Na sua infância não usufruiu da companhia do pai, um homem com uma vida dupla, o que a levou a ser "o  homem da casa" logo após sua morte. Mas contou com o apoio do avô que a ensinou muito sobre a vida e a tornou auto confiante, porque não podia contar com o apoio da mãe, uma mulher repugnante que só pensa em si mesma.
"Uma mentira é uma afronta a alma humana e também um insulto à inteligência da pessoa a que alguém minta"

Num fatídico dia, encontra Jordan em uma situação surpreendente para os dois. E quem diria que tal ocasião os levaria ao altar né?

Jordan sempre foi um libertino de mão cheia. Tem a personalidade forte, um tanto arrogante e não pensa em se casar tão cedo, até que num fatídico dia algo inesperado acontece e faz Alexandra, uma mulher de “classe inferior que a sua”, entrar em sua vida. E quem diria que tal ocasião os levaria ao altar? Aos poucos, eles precisam aprender a confiar um no outro, e Jordan se encanta com aquela menina, simples, que acabou entrando no seu mundo da sociedade Londrina.

"No matrimônio, as pessoas persistem em cometer dois enganos. O primeiro: casar-se com a pessoa não adequada. Segundo: negar uma parte de si mesmo ou de seu amor. Quando entrega  a seu marido seu amor incondicional , ele lhe devolve isso."

Esse é o primeiro livro da autora em que encontro algum mistério e suspense, o que acabou dando um toque mais especial a leitura.

Eu Vi: Lost in Austen (Seriado)

segunda-feira, dezembro 12, 2011


Como uma fã desesperada por Jane Austen não poderia de deixar de assistir essa série.
Minha primeira impressão do seriado é que era basicamente a mesma proposta do livro da Carina Rissi: "Perdida" - que nem é novidade aqui eu dizer que amo né! rsrsrs
Enfim, o que dizer além de lindo e maravilhoso!!

Amanda vive no mundo atual mas como uma grande sonhadora e romântica, é uma fã incondicional da escritora Jane Austen. Sendo seu preferido Orgulho e Preconceito; e é com ele que a jovem foge a sua realidade: um emprego sem graça, o fato de dividir seu apartamento com uma amiga, um namoro fadado ao fracasso, e um vida totalmente sem interesse.

Mas seu mundo dá uma volta magestosa quando, repentinamente, Amanda vai para o mundo que sempre sonhou: dentro da obra "Orgulho e Preconceito". Tem noção do que é isso?? Talvez você não tenha, mas eu sim! Seria o máximo! Conviver com o Sr. Bennet, com a Sra. Bennet (hilário né!), com o fofo do Sr. Bingley... Ai Meu Deus, e conhecer o Mr. Darcy #surtei #táparei


"No meu mundo, tudo o que faço é sonhar com o seu mundo".

É muito engraçado ver a Amanda toda atrapalhada, de jeans apertadinho, camiseta e tênis vai se adaptando com os Bennets. E ter que se adequar a isso é o que faz a história mais divertida; pois ela sabe como tudo acontece, quem fica com quem, como todo o livro se desenrola. Assisti-la se esforçando em não ser uma "vidente", ou somente uma louca sabichona, vale cada um dos quatro episódios da série. Mas deve ser muito estranho estar numa história onde você já sabe o que vai acontecer!

Com a convivência vem os mais distintos desastres. Amanda inicialmente chama a atenção do Sr. Bingley (Tom Bison), atrapalhando o romance entre ele e Jane (Morven Christie). Tentando fazer com que a história siga seu curso normal, ela se envolve cada vez mais na trama.

Algumas coisas me incomodaram muito. Por exemplo, o fato de a Amanda ter que mentir e dizer que Elizabeth estava em outro lugar, as confusões que ela causa me deixou muito desconcertada (quando o Bingley passa a gostar dela e não da Jane, e da Jane passar a achar que ele não serve pra ela. Ahhh isso me deu muita raiva!); mas também ao mesmo tempo eu passei a gostar mais da Sra. Bennet pois tudo o que ela quer é ver a felicidade das filhas mesmo sem saber a verdadeira opinião delas (aquela coisa de mãe né: "Você ainda não sabe o que quer!").

Outras coisas também persistem e me trouxe muita alegria, como a amizade sincera entre Amanda e Jane, pois para Jane é como se a Lizzie tivesse viajado mas deixou uma "cópia" dela. A cara que Amanda faz quando vê Wickham pela 1° vez é impagável. Continuar concordando que o Sr. Bennet é um excelente pai para as meninas, e morrer de rir ao ver outra vez o Sr. Collin - o Rei dos Tarados! rsrsrsrs

Juro que algumas vezes achei que ia odiar até o final com tudo, pois eu me conheço e sou muito inconformada com mudanças. Acho que se uma coisa está dando certo assim do jeito que tá, tem que continuar. Mas no final fiquei com uma sensação muito boa!

"Não importa o quanto eu seja boa. O que eu quero me mata de pavor. Por isso, sempre falho em me compreender"

Já a parte da Amanda com o Mr. Darcy me deixou meio assim. Vou explicar, é que não gostei do ator Elliot Cowan escalado para o papel. Achei ele seco e tal; tá, eu sei que o Darcy não é a pessoa mais simpática desse mundo. Mas eu continuo insistindo que o melhor Mr. Darcy foi o Matthew Macfadyen e ponto! Mas tudo bem, o cara é bonito e altooooo, foi um bom colírio para os olhos anelarem.

A minissérie será adaptada para o cinema pela Sony Pictures, que adquiriu os direitos da versão cinematográfica em 2009. Desde então o estúdio vem desenvolvendo o projeto, que terá produção de Sam Mendes e Pippa Harris, através de sua empresa, a Neal Street Productions. Inicialmente, Guy Andrews, roteirista da minissérie, estava incumbido de adaptar seu texto. Mas recentemente a Sony contratou Nora Ephron para reescrever o roteiro. E eu estou torcendo para que seja uma boa reescrita porque odeio decepções.

Fica o incentivo para quem gosta das obras da Austen: assista, assista! E se você nunca leu nada não desanima pois antes de assistir "Orgulho e Preconceito", aí sim, depois é que me interessei pela escritora.

P.S: Achei um vídeo super por acaso no Youtube com uma música linda e corri pra baixar. Bem, não foi tão rápido assim, contei com a colaboração de um amigo que baixou os quatro episódios pra mim - Thanks Rafa!








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