Vamos Sarangar: [MV] High4 feat. IU

quarta-feira, julho 23, 2014


Oie pessoinhas!
Hoje no Sarangando vou falar um pouquinho desse MV que tem me tirado o sossego. Calma gente, não tem homem sem roupa, relaxem... rs

Esse music video não é novo, foi lançado oficialmente no mês de Abril, mas como eu não curto logo as coisas de cara - meu normal - só fiquei ligada nela agora e não consigo parar de ouvi-la.

"Not Spring, Love, or Cherry Blossoms" é uma baladinha romântica do grupo High4 com a participação - tanto com a escrita da música e também com a sua voz - da fofíssima da IU (também conhecida por estar nos doramas "Dream High" e Pretty Man).

High4 é composto por Kim SungGu, Baek MyungHan, Yim YongJun e Alex.



O videoclipe conta com uma história fofa sobre os sentimentos de alguém que não acha que há nada de especial para se fazer se não tem uma pessoa para dividir um dia bonito. Daí a letra mais que aconchegante e que ainda expressa coisas lindas como estações, amor e a coisa que mais amo no mundo oriental: flores de cerejeira. Devo ser sincera e confessar que a parte que falar das cerejeiras foi a que mais me fez amar essa música. Tanto faz se são descritas como cerejeiras (português), sakura (japonês), cherry blossoms (inglês) ou beojkkoch (coreano). São lindas em qualquer idioma.

Também não posso deixar de dar crédito as vozes lindas que compõe esse grupo e a IU veio só abrilhantar com a fofura de sua voz. Quantas vezes já escrevi a palavra "fofo" nesse post hein? Mas é gente, é muitooooo fofo rs. Confiram só!



Beijokas, e por hoje é só. Divirtam-se e deixem sua opinião *smacks*



Eu Li: For Real

sexta-feira, julho 18, 2014


O que acontece quando a autora que você quer tanto ler não lança um livro no seu idioma? Você caça em qualquer outro que seja compreensível!

Então quando eu achei vários livros da Chelsea M. Camerom em espanhol eu não me dei ao luxo de reclamar, eu me joguei neles. COMPLETAMENTE.

E o primeiro foi For Real, que eu achei bem mais devagar do que toda a loucura de Meu Erro Favorito. Não que seja ruim, só é mais levinho e com características próprias, bem diferente do furação que é MFM.

Acho que a Chelsea gosta muito de personagens certinhas. É. Porque achei a Shannon bem parecida e ao mesmo tempo diferente da Taylor. Mas a parte pudica é igual. Garota tímida precisa encontrar um cara para namorar: essa é a permissa do livro. Na verdade, é o que as amigas dela querem. Porque Shannon não se importa nem um pouco em se afogar nos livros, ver seus filmes de menininha o tempo todo e não liga nem um pouco para bebidas e festannça. Mas ela capricha sempre nos boys... ohhhh Gosh... e como eu gosto disso!

Jett foi uma linda surpresa para mim. Além da nacionalidade dele - que por sinal só fui descobri lá quase no final do livro e que me deixou embasbacada de tanto orgulho. Ele é uma graça! E eu já falei das mil tattoos deles? Não? Pois é, preciso. Aquilo era uma obra de arte sem fim... Mas fora um corpo sarado e tattos, Jett, é muito mais que só uma coisa boa de se ver. Inteligente ao extremo, bom de papo, tímido e desenibido (contraditório? não, nunca!)

No livro encontramos duas pessoas que precisam se unir para fugir de seus amigos. Eles querem se esconder. Com 10 Regras Para Encontros eles se envolvem numa fantasia e também no meio do caminho se perdem entre o que é real e o que não é.

Ai gente, leiam e leiam. Chelsea é uma graça e merece ser lida! E aqui vai meu quote preferido do livro inteiro:


P.S: Gente desculpas, se você não sabe espanhol tudo bem vou colocar a tradução livre aqui. Mas eu precisava compartilhar no idioma, porque não tem nada mais lindo do que "te echaba de menos", nem "I miss you" me ganha.

Quote: "Jett não deixa minhas mãos e meu coração retumba. Estar com ele me faz bem. Como se estivesse destinado para ser. Aperto suas mãos e ele aperta a minha.
- Senti sua falta - digo, olhando nossas mãos.
- Senti sua falta. Sei que só foram algumas horas, mas foram horríveis. Então, podemos apagar essa palavra que você disse e fingir que nunca a pronuncie de novo?"

Eu Li: Super Desapegada

terça-feira, abril 29, 2014



Quando comprei "Super Desapegada" na Amazon não imaginei que ia achar uma história tão divertida. É uma mistura de vida real com vida de blogueira. E as partes da blogueiras foram as que mais me cativou.

Sou blogueira assumida e fico muito feliz de ver que outros fazem o mesmo, ainda mais um personagem literário. E assim é Raquel, seu blog faz muito sucesso e é através dele que acaba dando conselhos amorosos e ajudando mulheres a darem a si mesma o valor que merecem. Mas o problema é que na vida real dela as coisas não funcionam bem assim. Ter uma paixão platônica pelo amigo de infância não está ajudando as coisas ser como ela quer.

Alan e Eric tem uma antiga rixa desde criança e quando crescem isso não muda. Alan é o melhor amigo de Raquel. Eric é o irmão de Bianca. Seus caminhos estão entrelaçados e dias divertidos chegam e faz a história ficar bem divertida. Ver lados da protagonista que acha que não deveria estar lá, levando em conta o que prega no seu blog.
Quote: "Entenda, vontade de 'beijar na boca', ou 'medo de ficar sozinha', não é amor. São coisas bem distintas! Não confunda, saiba perceber a diferença. Não pense que estar solteira é o fim do mundo. Muitas mulheres são felizes sozinhas. A felicidade não vem acompanhada, ou se é feliz ou não se é. Aprenda a não aceitar migalhas. Você não é uma pombinha de praça. Valorize-se!"
Muito divertido e indico a leitura.

Eu Li: Uma Razão Para Respirar

sexta-feira, abril 25, 2014



Quando vi a capa desse livro numa pré-venda, eu só consegui pensar "eu quero" e comprei. Quando chegou o devorei. No final do primeiro capítulo tava achando tudo muito surreal de tão bom. Motivos: (1) Garota bonita se achando feia, (2) Caras sarados que não se idolatram, (3) a única pessoa anormal é a Emma com seu tios enviados pelo demo, (4) Melhor amiga que te entende e completa seu dia; e achei que estava tendo um aneurisma.
Quote: "Você sabe que os caras também a olham, mas você não pode tirar o olho de seus livros tempo suficiente para os notar".
 Fui fisgada por um livro intenso. Boa construção de diálogos com sentimentos verdadeiros e palavras que fazem sentido. Não é fútil cheio de mimimi. Não consegui contar os números de vezes que senti naúseas por causa daquela família horrorosa - diga-se, a tia. Fiquei com dó da Emma a maior parte do leitura, ela tem uma vida de merda e nunca reclama, xinga ou surta. Tem planos, um guia de sobrevivência para todos os dias e para o futuro e se apega com um bote salva-vidas. Porém, o leitor não consegue se desvencilhar da dor que me era transmitida. É até difícil contar algo sem falar spoiler. É um livro torturante do começo ao fim, sem pausa para respirar.

Ser torturada por alguém que deveria lhe dar palavras de consolo e afeto nunca é uma situação fácil de se lidar. Consegui anotar pelo menos 9 motivos diferentes, que na verdade foram puramente idiotas para consequências que levaram Emma a derramar lágrimas e tremer de pavor. Tudo o que Emma quer é se ver livre da escola e poder seguir com sua vida em paz sem interferência dos outros.

Nem sua amiga Sarah, que conhece seus pesadelos e o que sofre junto na maioria das vezes, consegue livrá-la da dor e das noites mal dormidas.   é bem engraçada, e finalmente consegui ver uma amizade literária onde há um equilibrio muito bom. Achei conforto em tudo que ela fez pela Emma, desde ser um ombro amigo ou até super protetora.
Quote: "Eu e quase todas as garotas da escola. Até mesmo as veteranas estão de olho nele. E se você tentar me convencer de que ele não é bonito, eu a soco."
Evan é uma fofura, a escrutinando o tempo todo, analisando-a de um jeito ótimo em que não há escapatória. E não existe outro caminho a não ser entrar no joguinho  de "eu me importo com você, fale comigo" e as vezes em que eu surtei com isso não foi pouco. Não tem nada mais lindo do que quando alguém te persegue de um jeito bom!

Quote: "Na verdade, acho que você ficou ainda mais interessante agora que decidiu falar comigo, devendo você, ou não. Além disso, não acho possível que você se torne desinteressante. Bem, pelo menos não usando esse suéter."
 Não tinha lido nada parecido com isso, e acho um ótimo estilo de leitura, bem diferente de todo o clichê que estou acostumada. É uma curva para a tragédia em meio à salvação; sei que é contraditório, mas nada tem que fazer sentido, e foi isso o que o livro me transmitiu.

E a Emma é uma heroína, pois não reclama de anda. ABSOLUTAMENTE NADA. Tem noção do que é isso? Você no meio do caos e ficar impassível! Nem um suspirar, nem revolta, apenas choro e logo após estar uma pedra de gelo.

O final do livro me deixou pasma, e com muitas interrogações. Espero que a Pandorga já esteja trabalhando intensamente na continuação e saia logo e não me deixe sendo torturada o resto da vida.
E aproveito pra agradecer o lindo trabalho: a capa, a tradução, a diagramação, a lombada, e a foto de capa, porque eu nunca leria a versão em inglês - que é HORRÍVEL - apesar do livro ter essa história incrível. Então muito, muito, MUITO obrigada Pandorga pelo lindo trabalho.

Eu Li: Wild Cards

sexta-feira, abril 11, 2014


Mais uma vez Simone Elkeles me deixou abismada com o seu talento e percepção do mundo. Poucas autoras conseguem fazer isso: transformar uma história que aparentemente seria clichê para torná-la algo grandioso. Foi assim em Quimíca Perfeita - quem me conhece sabe que o reli, sei lá, umas 15 vezes, e Leaving Paradise também não foi diferente. E ela veio com a mesma "química" ou seja lá que nome se dê a isso, mas é incrível, ela me fez amar esses personagens assim como amei os anteriores e jogou tudo em cima de disse "se vira, não quero nem saber". E o resultado é apenas um: releitura pra ontem.

E tudo começa na criação dos personagens. Segundo seu pai, Ashtyn deveria largar de mão a ideia de ser a única jogadora no time de futebol americano na sua escola - Freemont High . Mas isso está longe de acontecer, por que se tem uma coisa que ela faz bem, é isso. Após ser abandonada pela mãe, a irmã ir embora, poucas coisas fazem sentido, porém o futebol deu a ela o que precisava, já que não tem a atenção e o apoio do pai.

Em outro estado, na Academia Preparatória Regents, encontramos Derek, que acabou de fazer algo inapropriado e está sendo expulso da escola. Vivendo com sua madrasta já que seu pai é da Marinha e sempre está em missões, o jeito é se sujeitar com as decisões de Brandi. Como Derek e Ashtyn se encontram eu não vou dizer (spoiler gente, isso é feio! rs), mas lá está os dois juntos agora. E o que vai acontecer agora? Bombas, farpas, foguetes soltos no ar. Que é a parte dos livros da Elkeles que eu mais gosto. Como ela consegue fazer um casal brigar tanto e se dar bem ao mesmo tempo, fazer toda a loucura da química funcionar. Tem noção?
“Se você me chamar de Sugar Pie novamente, eu vou derrubar você.”
 Umas das coisas que gosto quando a autora constrói um livro é a percepção de que tudo irá melhor se ela contar sob a visão de ambos. Então leitor, você terá a capacidade de saber o que os dois estão pensando e sentindo, sem aquela interrogação se o que uma pessoa só está falando. Capítulo a capítulo vi pensamentos e ações lindas. Derek tentando ser útil e compassivo, e a Ashtyn tentar abrir espaços pra novas coisas.

Personagens secundários tornaram a leitura bem agradável. Trev, Vic e Jet são amigos jogadores do time da Ashtyn, também temos o Landon (idiota-babaca-que-merece-umas-porradas), e o fofo do Julian (eu quero aquela criança pra mim! sou apaixonada por crianças literárias), e a vó de Derek que figura, muito comédia.
"Julian, às vezes as meninas são como junk food [...] tem um gosto bom, mas você sabe que não é saudável pra você e causa cáries, por isso é melhor apenas abandonar. Entende?" - ele é ridiculamente sem graça, mas eu ri
E como eu sou apaixonada por Road Trip, dei um grito louco quando esses dois embarcaram numa aventura. Porque nada seria melhor do que ver duas pessoas que se gostam fingindo que não gostam, enclausuradas num mesmo espaço #amo \o/

Resenha Dupla: Vinte Garotos no Verão

terça-feira, abril 08, 2014


Hoje com a companhia de uma amiga querida, a Adriana do Garota Eclética, faremos uma resenha dupla. Nesse final de semana lemos o mesmo livro e aqui está nossa opinião a respeito do mesmo. Espero que você gostem. Eu amei, foi bem divertido!

Resenha da Lisse:

Tanta espera valeu a pena (esperei 5 anos por essa tradução) mas enfim me deliciei com a escrita fabulosa da Sarah Ockler.

Vinte Garotos no Verão é aquele livro triste e reflexivo mas que não te sufoca e ao mesmo tempo te dá esperanças  e acalenta. Poucas leituras são capazes de fazer as duas coisas, e isso contou muito na hora de devorá-lo. Não queria parar, apenas avançar e saber o que estava reservado pra Anna e Frankie nas próximas páginas.

Aliás, que duas personagens diferentes e que ao mesmo tempo se completam. Com uma amizade de infância, ambas dividem um sentimentos especial. Anna, sem dúvida, foi a minha personagem preferida, ela saia com os pensamentos e falas mais engraçados.

É um livro mais do que recomendável. E estou ansiosa que a Novo Conceito também se interesse por Fixing Delilah e Bittersweet. Torcendo!

Resenha Adriana:

Eu achei esse livro muito lindo, apesar de falar sobre luto e perda ele não é aquele livro que te faz chorar do começo ao fim (Ou faz, dependendo da sua sensibilidade rsrs), ao contrário, acho que eu ri mais do que chorei, a escrita é leve e a personagem Anna - que é a narradora da história - é muito inteligente e crítica, gosto do fato dela nos contar os muitos defeitos de sua melhor amiga Frankie, e mesmo conhecendo esses defeitos ela se mantém leal a essa amizade, tentando curar em Frankie uma dor que ela mesma sente e não consegue esquecer.
As cenas românticas são muito fofas, queria colocar um quote da cena do primeiro beijo aqui, mas acho o trecho tão lindo que não quero estragar a surpresa de ninguém. 
Então é isso, recomendo com certeza.

Eu Li: A Música Que Mudou Minha Vida

segunda-feira, abril 07, 2014


A vida de Audrey não tem sido a mesma desde aquela música começou a tocar no rádio. Mas que música? É que ela namorou Evan por 11 meses, e o carinha é vocalista da banda Do-Gooders (que nome esquisito!), então no dia em que Audrey toma a decisão de terminar com ele - já que a relação de ambos estava indo pelas cucuias - ele tem a excelente ideia de escrever uma música sobre o término. Coisa que é totalmente Taylor Swift por falar nisso...

O que qualquer garota menos quer nessa vida é que um cara escreva uma música sobre qualquer coisa, muito menos uma relação rompida e que isso aconteça aos 17 anos; porém Audrey é uma sobrevivente e eu A AMO por isso. De verdade! Ela é o que toda protagonista deve ser: divertida, sarcástica, com bom senso de humor, realista, tem um quarto maravilhoso. E algumas outras características que a fazem única: inteligente, não é organizada, tem o melhor emprego do mundo e nunca será uma garota normal. Amém por isso! Tem aqueles tipos de imperfeições que faz o leitor se identificar e não se irritar ou ficar com raiva como tem sido frequente em alguns livros. Infelizmente. Ou felizmente, não sei. Depende do seu ponto de vista.
Quote: "Se quiserem saber realmente algo sobre mim, têm que saber isso: eu gosto da minha música alta. Quero dizer muito alta. Não estou falando do tipo de alta em que os seus pais batem na porta do seu quarto e pedem para você abaixar. Por favor. Isso é coisa de amador. Quando digo alta, quero dizer alta você-não-consegue-ouvir-seus-pais-batendo-e-os-vizinhos-estão-botando-uma-placa-de-VENDESE-na-frente-de-casa-e-se-mudando-pra-outro-quarteirão-porque-não-conseguem-mais-aguentar-o-barulho-constante. Tem que aumentar o volume até o peito tremer e a bateria entrar por entre as costela como a batida do coração e o baixo subir pela coluna e entortar o cérebro, e tudo o que você pode fazer é dançar ou girar em círculos ou gritar junto porque sabe que, não importa o que a música faça você sentir, é perfeito." (Audrey me ganhou nessa parte. Somos melhores amigas agora!)
Até agora tô tentando entender o que deu na Audrey pra ela namorar o Evan. Ohhh God, sinceramente, as pessoas conseguem fazer coisas miseráveis às vezes, e pra si própria, o que torna o erro ainda pior. Putz, se tem uma pessoa que eu enforcaria, É ELE! O egocentrismo e a obsessão pelo sucesso dessa pessoa vai até os céus e além, o que me irritou profundamente por que ODEIO pessoas assim. Acha mesmo que eu namoraria um cara que só sabe falar de guitarra e música. Ok, música é ótimo, mas só isso ninguém aguenta né.
Quote: "Evan assentiu e abraçou a guitarra mais apertado e tenho que admitir que, nos 11 meses que ficamos juntos, aquela guitarra provavelmente foi mais agarrada do que eu..."
Eu tive uma síncope de ciumes por causa da Victoria. Que melhor amiga mais show! Acho que vou falar dela pelo resto da minha vida... é um modelo perfeito pra mim. Não só a loucura mas também por ela ser divertida, incrível, corajosa, protetora e a  lealdade que dispensa à Audrey. O mundo acaba e elas estão juntas, mesmo que ela tenha que levar o namorado - Jonah - a tira colo (ambos são uma fofura juntos!

Só tenho uma coisa ruim pra dizer sobre esse livro: quando tem uma frase que te afeta diretamente e você torce o nariz. E nesse tinha esse quote, onde as loucas Victoria e Audrey estavam falando do James:
"- Ele tem uma boa ética de trabalho e é gatinho.
- Alô, eu não tenho 30 anos. Ainda não quero uma boa ética de trabalho. Só quero alguém que consiga formar frases completas."
E tipo, só tem uma parte errada nessa frase, a parte que fala de 30 anos, porque eu tenho quase isso. É horrível! Mas mesmo assim eu não estou procurando e não procuraria alguém que tenha uma 'boa ética', putz, isso é a coisa mais chata que existe, imagina um cara analisando suas ações. Socorro né! Então, eu não curto muito quando num YA - estilo literário que eu amo tanto - tem frases assim. Não só porque a frase quase se aplica a mim, mas porque nem todo mundo que tem 30 anos é velho. Mas mesmo que Audrey tenha apenas 17 anos, ela não o terá pra sempre, e creio que ela não seria assim como a Victoria descreveu.

E agora vamos ao James. Aiai James, lindinho. A pessoa que me surpreendeu e desconcertou, e que me deixou em um estágio avançado de paixonite aguda. De primeira ele não passa a impressão perfeita mas é 100% gatinho e fofo. É aquele tipo de pessoa que gosta de passar despercebido e é isso que o torna mais especial.

Meus parabéns para Robin Benway porque ela é demais e detalhista ao extremo. Que mais autoras sejam assim, escrevendo livros divertidos pois estou precisando. Chega de tanto dramalhão e personagens que estão longe da realidade.

Coisas que amei nesse livro:
1) quotes incríveis;
2) é importante que você saiba que não existe lugar perfeito para beijar o cara perfeito;
3) perceber que eu já fiz algo tão louco é recompensável, porque ALÔÔÔÔ, EU TÔ VIVENDO!;
4) quero continuar vivendo no 220v, é muito bom;
5) não sou louca por ser obcecada por música, o que me deixa em paz porque quando eu ficar surda ou velha todas estarão dentro de mim;
6) entendi porque existe tantas bandas ruins por aí.

Outros quotes (porque o livro não era meu e tinha que devolver:
"Tinha esse trabalho idiota de espanhol e ainda não havia feito nada porque minha melhro matéria é Introdução à Procrastinação, mas tudo o que eu queria fazer era ouvir o Cd compilado [...]"
"Já estava sentindo um frio na barriga e minhas mãos ficaram frias e agarrei o braço de Victoria e fiz uma dancinha com ela.
- Nós vamos ao Sho-ow! Nós vamos ao sho-ow! - cantamos juntas no estacionamente enquanto Jonah só olhava para nós como se fôssemos desconhecidas. Azar o dele, nós duas estávamos drogradas de açúcar, batatas fritas e adrenalina."
"Os Lolitas, no entanto, eram incríveis [...] e além disso, não fazia mal a banda ser gostosa pra cacete. Quer dizer, eu já curtia a música e tudo o mais, muito tempo antes de saber como eram, mas eles botaram uma foto no encarte do CD e, quando Victoria e eu vimos, ficamos as duas tipo "Ora, oláááá". Fora que eles eram ingleses e eu babo por gatinhos com guitarras, como vocês devem ter notado, mas acrescente um sotaque londrino e vendo alegremente minha alma sem pensar duas vezes."






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