Along For The Ride - Sarah Dessen

Olá, pessoal! Bom dia!

Ai gente, agora vai ser uma tristeza vir aqui e dizer que está quase acabando... sniff!
E desse domingão de sol no Rio de Janeiro, vou deixar essa resenha por conta da Dayse, que está em Goiânia. Como tá o tempo aí, amiga?? É com você...

Então, gente. Cá estamos nós, com a última resenha. Pelo menos por enquanto (novo livro da Sarah em maio, oh yes!). Mas por enquanto, vamos falar de Along For The Ride.

Pra quem já está familiarizado com o jeito que a Sarah Dessen trabalha, Along For The Ride é um livro um pouco diferente. E tudo começa com o jeito que ele começou (hihi, essa frase ficou engraçada).

A Sarah não costuma lançar livros com pouco espaço de tempo entre eles. Geralmente são dois anos de um livro pro outro, exatamente por causa de todo aquele processo complicado de escrever livros que eu ela já nos contou antes. Temos Keeping The Moon e Dreamland como exceções na lista, que foram lançados apenas um ano depois do lançamento anterior.

Mas ninguém, NINGUÉM estava esperando que a Sarah voltasse a escrever tão cedo depois do lançamento de Lock & Key, porque ela tinha acabado de ter a filhinha dela. Então quando ela nos contou no blog dela que estava terminando de escrever um livro novo, todo mundo ficou em choque falando coisas do tipo “MEODEOS, NÃO ACREDITO. VOCÊ ABANDONOU SUA FILHA?!” etc etc.

Daí a Sarah escreveu um post explicando tudo. Acontece que depois que a Sasha (a filhinha linda dela) nasceu, é claro que a Sarah não teve muito tempo para dormir. E semana após semana ela começou a perceber como o mundo de madrugada é COMPLETAMENTE diferente do mundo que ela conhecia, o mundo do dia. Ela olhava pela janela e via pessoas que nunca tinha visto antes (o que é difícil pra uma cidade relativamente pequena como a dela), e ela ia mexer na internet e encontrava pessoas que ela nunca tinha encontrado antes. Foi quando ela começou a pensar em todas as pessoas que escolhem viver a vida durante a noite e dormir durante o dia e como o mundo é diferente pelos olhos deles. E desse jeito a história da Auden foi se formando.

Faz muito tempo que Auden dorme a noite. Desde o divórcio de seus pais – ou desde que as brigas começaram. Agora ela tem uma chance de passar um verão tranquilo com seu pai e sua nova família na charmosa cidade litorânea que eles vivem.


Um trabalho em uma loja de roupas apresenta a Auden um mundo de garotas: suas conversas, amizades, paixonite. Ela perdeu tudo isso, ocupada demais sendo a filha perfeita pra sua mãe exigente. Então ela conhece o Eli, um solitário intrigante que companheiro na insônia que se torna seu guia pra vida noturna da cidade. Juntos eles embarcam em missões paralelas: para Auden, ter um gosto de ter uma vida livre de adolescente que foi negada a ela até então; para Eli, achar um jeito de lidar com a culpa que sente pela morte de um amigo.

Então é. Mais um motivo pra esse livro da Sarah ser um pouco diferente dos outros é porque ele é mais tranquilo. Quer dizer, não vamos nos enganar, essa é a Sarah, então as coisas ainda são intensas, mas diferente dos outros livros, não tem um desastre esperando na esquina. É uma história comum, de uma garota que tem um verão que muda sua vida. Esse é um clichê que nunca vai ficar ridículo, porque férias têm mesmo esse poder e não tente negar. A história da Auden é uma história de amizade e solidão, de se redescobrir, tentar lidar com as mudanças na sua vida, sua família. E ir além das primeiras impressões. E erros. E claro, bicicletas.

Achei lindo a Sarah ter usado ciclistas nesse livro, porque andar de bicicleta é uma coisa tão básica que aprendemos quando crianças, e de um jeito a Auden é uma criança nesse livro, descobrindo um tipo de vida que ela nunca tinha conhecido antes. É uma graça.

E sim sim, o Eli é lindo, naquele sentido torturado de ser, que faz até meninas-machos-sem-paciência-para-melosidades como eu suspirarem. E sim, ele salva a Auden das coisas que a atormentam, mas ao mesmo tempo ela o salva dos fantasmas dele. Um relacionamento de duas vias, exatamente como deve ser. Como nosso amigo Bono diz, “we have to carry each other, carry each other, ooooh”.

Sim, eu acabei de colocar pedaço de uma música do U2 em uma resenha minha. E vocês acharam que não tinha como eu surpreender vocês ainda mais.

Mas enfim, não é meu preferido da Sarah, nem está no meu Top 5 pra falar a verdade, mas é EXCELENTE mesmo assim e vale a tradução. E se não for traduzido, vale você tentar forçar o seu inglês pra dar um lida nele. Assim como todos os outros livros da Sarah que já foram resenhados aqui. Quer dizer, se depois de todas essas semanas com todos os ótimos textos postados, você ainda não foi convencido, então você é uma causa perdida.

Ai gente, que fofo!!! Vou confessar que a capa de Along For The Ride é linda. Quando bati o olho nela pela 1° vez foi amor à primeira vista, e ficou; e devo dizer que a resenha da Dayse não me deixou decepcionada. O livro é lindinho, com um enredo fofo e envolvente.

Não se esqueçam da nossa campanha, hein!! Twittem a frase: "Quero os livros da @sarahdessen publicados no Brasil!! Eu apoio essa ideia... http://migre.me/1SQMk"

Ou então leve esse banner com você, e vamos fazer alguma editora (pode ser a Farol que fez um grande trabalho com Just Listen)





 
Ah, e não esqueçam de comentar!! Semana que vem tem mais...
 
XOXO, da Lisse

2 comentários

Dayse Dantas disse...

só falta What Happened To Goodbye, agora. #lágrimas

Beli disse...

Adoro esses posts sobre os livros da Sarah! Apredendo muito sobre cada obra e sobre a autora tb! Eu querooo muito ler esses livros! Tomara que saia logo esses por aqui, né... ou vou ter q comprar em inglês mesmo...
Lisse... Dayse.. não façam isso comigo!!!

Adoreiii!!!!

Megaaa bjusss